Sim, eu não gostaria, de quando eu me for desta para a outra vida, estando no caixão, alguém chegasse e chorasse. Não! Não façam isso pois muito me entristeceria; chorar é para quem morre sem saber para onde vai, e sem certeza da salvação, é claro. (II Tm 4.7-8 ; II Co 4.16-18 e 5.1-8)
Eu tenho certeza que o meu lugar está preparado e me espera, por isso, a minha alma se alegra e louva a todo instante, e à majestade divina venera, com saudade de um mundo perfeito que aquele que por mim morreu na cruz, tem preparado.
Mundo que o incrédulo ou não professado, desconhece, e por isso chora e se desespera na perca de um ente querido, como se isso resolvesse ou trouxesse algum proveito; a Palavra de Deus mostra que é no elemento vivo que devemos mostrar o nosso amor e lealdade. O choro por defunto, parece mais um apanágio, como as bandeirolas que são hasteadas ao público em época de Copa do Mundo.
Por isso eu digo: Cantem, louvem ao Rei, pois eu também estarei glorificando o Todo-Poderoso ali.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O que acontece?
Quando a altas horas
Em uma noite escura,
Sem lua nem estrelas
Me encontrei sozinho na estrada da vida
O vento era muito forte
A minha alma tremia
Que noite horrível !
Tudo parecia cair com tamanha ventania !
( Jr. 10.23 ; 17.05 ; Is 2.12-22 ; Sl 60.11-12 ; Sl 90.1-4 )
A noite era tão longa
As horas pareciam não passarem
A minha alma sofrida, transbordando de agonia
Tanto desejava a manhã, e ela não vinha
Sentia grande temor
E me arrepiava do vento frio que corria
Uma coruja piava forte e o medo mais aumentava
Até parece que ela sorria
Nunca vi coisa tão triste, nem passei uma noite tão sofrida
O medo parecia aumentar minhas dores e sofrimentos
Não desejo que passes por este caminho
Em noites de terríveis tempestades
Onde nada pode confortar
E até um grilo pode nos amedrontar!
Quantos estão caminhando para lá
E não percebem a futura tirania !?
E até se aborrecem
Quando os avisamos desta travessia.
( Ef 4.17 -24 ; II Co 4.16-18 )
Em uma noite escura,
Sem lua nem estrelas
Me encontrei sozinho na estrada da vida
O vento era muito forte
A minha alma tremia
Que noite horrível !
Tudo parecia cair com tamanha ventania !
( Jr. 10.23 ; 17.05 ; Is 2.12-22 ; Sl 60.11-12 ; Sl 90.1-4 )
A noite era tão longa
As horas pareciam não passarem
A minha alma sofrida, transbordando de agonia
Tanto desejava a manhã, e ela não vinha
Sentia grande temor
E me arrepiava do vento frio que corria
Uma coruja piava forte e o medo mais aumentava
Até parece que ela sorria
Nunca vi coisa tão triste, nem passei uma noite tão sofrida
O medo parecia aumentar minhas dores e sofrimentos
Não desejo que passes por este caminho
Em noites de terríveis tempestades
Onde nada pode confortar
E até um grilo pode nos amedrontar!
Quantos estão caminhando para lá
E não percebem a futura tirania !?
E até se aborrecem
Quando os avisamos desta travessia.
( Ef 4.17 -24 ; II Co 4.16-18 )
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