domingo, 27 de março de 2011

Lembranças

Oh, que saudade! Sim, certamente alguém poderia me dizer, saudade de que? Ah, que alento eu tenho quando me vem a saudade daquela pátria amada, por Deus preparada (João 14.1-3).

Quantos não sentem saudade, e outros nem sabem, outros nunca ouviram falar desta linda cidade onde todos os salvos em Cristo irão morar. Como é lindo contemplar esta cidade pelos olhos da fé e ter toda esperança de lá um dia habitar para nunca mais chorar (Romanos 5.1-5).

De posse desta verdade descrita por Paulo que é como um mapa demonstrativo do preparo e da paciência até que venha o tempo de lá irmos morar, como posso?...e nem me atrevo deixar de contar e bendizer o Deus da minha vida que da minha ignorância me salvou e ainda me levará para com Ele morar!

Não tema, vamos cantar! O salmista nos dá a confirmção disto (Salmos 116.15).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O meu devaneio

Atirando-me ao horizonte, observando as grandes matas, belas cascatas no meio de grandes árvores entranhadas de cipó, onde geme a coruja e canta o rouxinol, o cheiro do verde me encanta e a alegria dos residentes me espanta!
Por que? Nós homens, que tudo isso contemplamos, conversamos, sorrimos e cantamos, nãopodemos viver sorridentes em uma sociedade contente? Perdemos muitas vezes as amizades por pequenos xodós. Assim, vivemos descontentes em convivência sem harmonia, tornando-nos desalentados em meio a tanta beleza, mas não passamos de um arigo.
Não mais vemos, nem entendemos que já por muito não sabemos e por isso não convivemos. A própria natureza nos tem dado um nó, e nem assim entendemos que somos homens e que somos pó.
Que Deus de nós tenha dó.


Quem não tem saudades?

Saudades...! Uma coisa que todos temos um pouco – ou muito. Pode ser contínua ou de tempos em tempos.
Mas o que é saudade? Ah, é o refluxo do passado que a nossa alma regurgita. É um reflexo da mente que nos atormenta algumas vezes ou quando vemos ou fazemos coisas que nos lembram daquele passado distante que se torna bem presente. Isto é a vida. é o existir, é o viver.
Alguém diria: Eu não vivo de lembranças! Sim, concordo. Mas quem não as tem? Lembranças de um passado bom ou ruim? Da primeira namorada, da primeira compra, do primeiro beijo, lhe digo com certeza, que quem não sente saudade é um morto vivo na verdade. Mas devemos ser sinceros com toda simplicidade, por favor, não me fale em cumplicidade.