sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O meu devaneio

Atirando-me ao horizonte, observando as grandes matas, belas cascatas no meio de grandes árvores entranhadas de cipó, onde geme a coruja e canta o rouxinol, o cheiro do verde me encanta e a alegria dos residentes me espanta!
Por que? Nós homens, que tudo isso contemplamos, conversamos, sorrimos e cantamos, nãopodemos viver sorridentes em uma sociedade contente? Perdemos muitas vezes as amizades por pequenos xodós. Assim, vivemos descontentes em convivência sem harmonia, tornando-nos desalentados em meio a tanta beleza, mas não passamos de um arigo.
Não mais vemos, nem entendemos que já por muito não sabemos e por isso não convivemos. A própria natureza nos tem dado um nó, e nem assim entendemos que somos homens e que somos pó.
Que Deus de nós tenha dó.


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